Você já pensou
em salvar vidas?

Então você pode, basta ser um doador.

Somente um ser humano é capaz de salvar a vida de outro. E, quando isso acontece, o que vemos em ação são nossos sentimentos mais nobres, como o amor ao próximo e a solidariedade. Pode parecer um ato de super-herói, mas colocar essa atitude em prática é mais simples do que parece. Cada um de nós tem em mãos o poder de salvar uma vida, às vezes várias vidas ao mesmo tempo, quando nos tornamos doadores de órgãos.

Tanto para os doadores vivos bem como para os já falecidos, a medicina e os procedimentos adotados garantem que a doação só será efetivada se não houver prejuízo para a saúde ou integridade dos doadores. O resultado dessa decisão será o prolongamento da vida e a melhoria de sua qualidade para uma pessoa que talvez você não conheça, mas que depende deste gesto para sobreviver.

#digasimdoeórgãos

Como fazer sua parte

Ser doador de órgãos é mais fácil do que se imagina!

No país, milhares de pessoas aguardam ansiosamente por uma doação de órgão. Elas dependem disso para melhorar sua condição de saúde e, em muitos casos, para continuarem vivas. Ao mesmo tempo, o Brasil é referência mundial em transplantes de órgãos, sendo o segundo país que mais realiza transplantes. Mas, de acordo com o Ministério da Saúde, metade das famílias entrevistadas após a morte de um familiar não concorda com a doação.

Por isso, quem deseja se tornar doador de órgãos precisa dar um primeiro passo muito simples: conversar com a família e deixar claro para todos o seu interesse em se tornar doador(a). Porque, pela legislação brasileira, só é possível a retirada de órgãos e tecidos de uma pessoa falecida se a família autorizar.

Além disso, a retirada somente será feita depois que dois médicos capacitados atestarem a morte encefálica, que é uma condição irreversível, e exames confirmarem o laudo médico.

Se você quer apoiar esta causa e se tornar doador, converse agora com seus familiares e informe-os a respeito. E, como familiar, quando for perguntado, diga SIM para a doação de órgãos.

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Para garantir que o seu desejo de ser doador(a) seja respeitado, informe sua decisão agora. Envie esta mensagem para seus contatos.

"Eu apoio a campanha de Doação de Órgãos e me declaro Doador(a) de Órgãos! Saiba mais sobre a campanha e seja um Doador também. #digasimdoeórgãos http://unimed.me/1008PP"

Diga sim
para a vida!

O seu sim pode proporcionar uma segunda chance para muitas pessoas e famílias brasileiras, inclusive a sua. Assista ao filme da campanha e reflita sobre o que você ainda pode fazer

Perguntas frequentes

Quer saber mais sobre doação de órgãos? Veja aqui as respostas para as principais dúvidas sobre o assunto.

Qual a importância de doar órgãos?

A doação de órgãos é tão importante no país, pois é um ato de generosidade, amor e solidariedade capaz de salvar muitas vidas e sem que haja interesse financeiro envolvido. Segundo define a legislação brasileira, nem o doador nem sua família podem receber nenhum valor financeiro por sua atitude de doar, assim como o receptor não precisa nem deve pagar para receber o órgão ou tecido doado. Para se ter uma ideia da grande fila de espera de pacientes por uma doação de órgão, de acordo com os dados divulgados pela Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), existia, até o fim de 2018, 32.716 pessoas na fila de espera aguardando para receber os seguintes órgãos: rim, fígado, coração, pulmão e córnea. No mesmo ano, 1.286 pessoas dessa fila faleceram antes que pudessem ter acesso ao transplante.

Quais tipos de órgãos é possível doar?

Podem ser doados vários órgãos (rim, fígado, coração, pâncreas e pulmão) e também vários tipos de tecidos (córnea, pele, ossos, válvulas cardíacas, cartilagem, medula óssea e sangue de cordão umbilical).

Quem pode ser doador?

Existem dois tipos de doadores: os doadores vivos e os doadores já falecidos. No caso de órgãos como o rim, parte do fígado e da medula óssea, a doação pode ser feita em vida. Mas, para doação de órgãos ou tecidos de uma pessoa já falecida, é preciso que haja a confirmação do diagnóstico de morte encefálica. Doações de órgãos ou tecidos de pessoas falecidas somente podem ser realizadas perante autorização da família, seguindo o que determina a lei.

O que é preciso fazer para ser doador de órgãos?

Como a autorização para a doação de órgãos de pessoas falecidas é dada pela família, é muito importante que a pessoa, em vida, comunique a família sobre sua intenção de se tornar doador e dialogue com ela a respeito. Conhecer esse desejo manifesto pela pessoa em vida poderá ser determinante para que a família, num momento tão delicado como é a perda de um familiar, faça valer a sua vontade e permita a retirada dos órgãos.

Quem na família pode autorizar a retirada de um órgão?

A autorização deverá ser do cônjuge, do companheiro ou de parente consanguíneo, de maior idade e juridicamente capaz, na linha reta ou colateral, até o segundo grau, e firmada em documento subscrito por duas testemunhas presentes à verificação da morte. A norma que define essa responsabilidade é o decreto nº 9. 175, de 18 de outubro de 2017, Seção II, Do Consentimento da Família, Art. 20.

Para quem vão os órgãos doados?

Existe no país uma lista de espera única para cada órgão ou tecido organizada no âmbito estadual e nacional, que reúne todos os casos de pessoas que estão aguardando um transplante de órgãos e tecidos. Além do tempo de espera, a escolha do receptor que irá receber o órgão levará em conta a compatibilidade entre ela e o doador, que é definida por meio de exames laboratoriais.

Quando são doados órgãos de uma pessoa falecida, é possível notar alguma deformidade no corpo que será velado pela família?

Não. Após a retirada do(s) órgão(s) para doação, é feita uma reconstituição do local de forma que não fique aparente este procedimento. Assim, o corpo permanece com o mesmo aspecto que tinha antes da retirada do órgão.

O diagnóstico de morte encefálica garante que não será retirado nenhum órgão antes que o paciente esteja de fato sem vida?

Ninguém é doador sem que tenha o diagnóstico de morte encefálica confirmado, por isso, é seguro ser doador de órgãos e tecidos no País. Esse diagnóstico é regulamentado pelo Conselho Federal de Medicina na Resolução nº 2.173, de 23 de novembro de 2017. Deste modo, a constatação da morte encefálica deverá ser feita por médicos com capacitação específica, observando o protocolo estabelecido. Para o diagnóstico de morte encefálica são utilizados critérios precisos, padronizados e passíveis de serem realizados em todo o território nacional saude.gov.br/saude-de-a-z/doacao-de-orgaos

Centro de transplantes
Hospital Dr. Miguel Soeiro

O Centro de Transplantes do Hospital Dr. Miguel Soeiro, pertencente à Unimed Sorocaba, é uma importante referência estadual para os procedimentos de transplante de órgãos. Até setembro de 2019, foram realizados 1.202 transplantes de órgãos como rins, fígado e coração, e de tecidos como córnea, ossos e medula óssea (autólogo e alogênico). Muitos deles foram feitos com recursos do Sistema Único de Saúde (SUS), beneficiando, inclusive, pessoas que não eram clientes da Unimed Sorocaba.

Veja quais os tipos de transplantes já realizados
Córnea: 725
Fígado: 168
Fígado-rim: 2
Medula óssea autólogo: 222
Medula óssea alogênico: 14
Coração: 21
Ósseo (tecnicamente denominado tecido ósteo-condro-fáscio-ligamentoso): 44
Rim (intervivos): 4
Rim (doador falecido): 2

ENCAMINHAMENTO
Para saber mais sobre o Centro de Transplantes do Hospital Dr. Miguel Soeiro, entre em contato pelos seguintes canais de comunicação:

CENTRO DE TRANSPLANTES
15 3229.3000 - ramal 3742 ou 3026

ORÇAMENTOS/NEGÓCIOS
15 3229.3000 - ramal 3762 Whatsapp 15 99692.7966

ACREDITAÇÃO E CERTIFICAÇÕES
Esses e outros diferenciais têm trazido ao nosso Hospital uma série de reconhecimentos e premiações.